Esta é a mensagem

Os itens 16, 17 e 18 concluem o Capítulo XXIII – Estranha Moral, do Evangelho segundo o Espiritismo. Neste final, a Doutrina esclarece que Jesus já previa que guerras surgiriam em seu nome, devido à falta de compreensão do homem, ou vontade ou interesse em compreender. No entanto, trazemos aqui a verdadeira mensagem, dita desde o início de tudo.

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Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.”
(I João, 3:11.)

Em todo o mundo sentimos a enorme inquietação pode novas mensagens do Céu. Forças dinâmicas do pensamento insistem em receber modernas expressões de velhas verdades, ensaiando-se criações mentais diferentes. Notamos, porém, que a arte procura novas experimentações e se povoa de imagens negativas, que a política inventa ideologias e processos inéditos de governar e dilata o curso da guerra destruidora, que a ciência busca desferir vôos mais altos e institui teorias dissolventes da concórdia e do bem-estar. Continue reading

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Ouçamos atentos

Os itens 12 a 15 do Capítulo XXIII do Evangelho segundo o Espiritismo nos explica o que Jesus quis dizer ao mencionar que não havia vindo para trazer a paz, mas a divisão. Certamente, é devido à nossa incompreensão de seus ensinamentos, quando, mais por conveniência própria, optamos por impor nossa vontade sobre os mais fracos e aflitos.

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Buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça.” – Jesus.
(Mateus, 6:33.)

Apesar de todos os esclarecimentos do Evangelho, os discípulos encontram dificuldade para equilibrarem, convenientemente, a bússola do coração. Continue reading

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A espada simbólica

Muito se discute de aparente contradição nas palavras de Jesus, ao dizer que não veio para trazer a paz, mas a espada, a divisão. Que espada é essa que Jesus vem trazer? A espada do esclarecimento do Evangelho, que nos traz à consciência a necessidade do trabalho de amor e caridade ao próximo, que, em muita das vezes, provoca a divisão entre os próprios familiares.

Crédito: Matt Robinson.

Não cuides que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada.” – Jesus.
(Mateus, 10:34.)

Inúmeros leitores do Evangelho perturbam-se ante essas afirmativas do Mestre Divino, porquanto o conceito de paz, entre os homens, desde muitos séculos foi visceralmente viciado. Na expressão comum, ter paz significa haver atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados, rodeando-se do homem de servidores, apodrecendo na ociosidade e ausentando-se dos movimentos da vida. Continue reading

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